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quarta-feira, 12 de junho de 2013

50 tons de Portuñol: palavras que trazem problemas para quem deve falar castelhano e/ou português


Livro de pai de aluno do Beatriz

Palavras que trazem problemas para quem deve falar castelhano e/ou português


PORTUNHOL ou PORTUÑOL: “Mistura falada e/ou escrita utilizando os idiomas português e castelhano de um jeito que quase ninguém consegue se comunicar eficientemente”.

Tudo o mundo disse:

“Espanhol e Português e a mesma coisa” ou
“Falando devagar dá para compreender perfeitamente”

Na realidade não é tão assim.

Existem sim inúmeras palavras e frases que se escrevem iguais, mas também existem uma enorme quantidade delas que significam coisas diferentes e até opostas.

Entre as hilárias poderia citar a da moça que diz estar embaraçada (com muita vergonha) para amigos que falam espanhol onde embarazada significa grávida.

Entre as trágicas: a do turista argentino que precisava ajuda para salvar um amigo que se estava afogando no mar e entrou numa lanchonete da beira-mar berrando “um banheiro, UM BANHEIRO” e todos os fregueses sinalavam para a porta do banheiro pensando que ele estava com vontade de fazer xixi. (bañero em castelhano é guarda-vidas e se pronuncia quase igual a banheiro”)

Até aqui todo bem, só confusão com palavras de som similares, mas particularmente tento há anos provar informalmente uma tese que é a seguinte:

“Os idiomas português e castelhano embora compartilhem uma enorme quantidade de palavras com quase igual pronuncia e significado, tem um enorme potencial de provocar erros profundos de significado e para piorar a situação, acreditando ambos que se compreenderam quando na realidade a mensagem foi interpretada de forma errada e até oposta.”

Acontece então, por exemplo, que os Brasileiros pensam que todos os Argentinos são pedantes e grosseiros e os Argentinos que os Brasileiros são duas caras ou falsos. Um pequeno análise cultural e/ou linguístico permite enxergar corretamente de onde partem estes preconceitos mas este trabalho não pretende ter tanta profundidade acadêmica.

O objetivo é bem menor: Mostrar de uma forma engraçada e de fácil leitura, usando causos, textos e imagens, como o uso sem controle do Portunhol e a crença amplamente disseminada que “não é necessário estudar, eu me viro falando devagar.....” podem levar a situações não desejadas.

Pedidos do livro clicando aqui.

Reproduzido de Clube de Autores
Claudio Budnikar

terça-feira, 23 de abril de 2013

Escola Beatriz: uma escola aquém do Arco-Íris



Escola Beatriz:
uma escola aquém do Arco-Íris

10 anos do Curso de Formação
"Ler e escrever:
compromisso da escola,
compromisso de todas as áreas"
com Profa. Terezinha Bertin

"Certa vez eu ouvi alguém contar
Que 'aquém' sob arco-íris há um lugar
Onde o céu sempre azul nos faz sonhar...
Onde a gente consegue os sonhos realizar

Por isso quando a chuva
Tamborila na vidraça da janela
Eu olho o arco-íris na esperança
De encontrar visão tão bela

Onde o céu sempre azul nos faz sonhar...
Onde a gente consegue os sonhos realizar"

Versão adaptada em português de “Over the rainbow”
Cantada por Judy Garland no filme “O Mágico de Oz” (1939)
Música de Harold Arlen e letra de E.Y. Harburg

Curiosidades:

"The Wonderful Wizard of Oz" (O Maravilhoso Mágico de Oz) é um conto infantil de autoria de L. Frank Baum (1856/1012), lançado em 1900? Saiba mais clicando aqui e ali.

"O Mágico de Oz" é um filme de 1939, dirigido por Victor Fleming, e uma de suas músicas mais famosas, "Over the rainbow" intrepretada por Judy Garland, ganhou o Oscar de melhor canção original? Saiba mais clicando aqui.

Você sabia que Liza Minelli, filha da cantora Judy Garland (1922/1966), visitou Florianópolis nos anos 70? Saiba mais no CLIC RBS clicando aqui e ali.

"Oz, mágico e poderoso", versão de 2013 se baseia  no filme com Judy Garland (1939) foi lançado recentemente. Saiba mais dessa história clicando aqui.

Veja também a postagem no Blog do Beatriz (16/03/2013) sobre o filme "O Mágico de Oz", clicando aqui.

O Mágico de Triz vem aí...

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Curso de Formação 2013 - “Ler e escrever: compromisso da escola, compromisso de todas as áreas”



Curso de Formação “Ler e escrever: compromisso da escola, compromisso de todas as áreas”

Português
Com Profa. Terezinha Bertin

Anos Finais: 15 e 16 de abril de 2013
(Segunda e Terça-feira)
Das 8 às 12 e 13h30 às 17h30m

Anos Iniciais: 18 e 19 de abril de 2013
(Quinta e Sexta-feira)
Das 8 às 12 e 13h30 às 17h30m

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Neologismos com a escritora Salma Ferraz



No dia 25/10/12, a professora da UFSC e escritora Salma Ferraz visitou e concedeu entrevista aos alunos da Turma 82. Ela tem diversos contos e livros premiados. Os alunos trabalharam uma obra da autora relacionada ao aprendizado de neologismos, na disciplina de Português com a Profa. Andressa. Houve sorteio de livros. Foi um momento muito especial."


Foto: Profa. Andressa e Prof. Leo Nogueira

sábado, 15 de setembro de 2012

Robinson Crusoe chega à Ilha de Santa Catarina e visita a Escola Beatriz


O Professor e Artista Roque Vitório Pereira (Biblioteca), apresenta para a Turma 61 o monólogo de "Robinson Crusoe", baseado no romance de Daniel Defoe publicado em 1719 no Reino Unido.   Depois desse encontro no auditório da escola (14/09/12), o personagem passeia pelas salas e, promete voltar para outros encontros com os alunos e alunas, ciceroneado pela Profa. Ângela Beirith. Seja bem-vindo, Robinson!





A aventura do verdadeiro Robinson Crusoé

O famoso náufrago do romance de Daniel Defoe, realmente existiu. Mas ele desembarcou do navio por vontade própria e viveu por mais de quatro anos em uma ilha da América do Sul

Por Yvan Matagon
História Viva
Edição 52
Fevereiro de 2008

Na pequena Bristol de 1714, todo domingo se via passar pelas ruas um senhor vestido de preto. Por baixo do casaco, o inglês exibia mangas rendadas. Usava uma peruca volumosa e a espada atada à cinta. Entrava nas tabernas para conversar com os operários e marinheiros. Ninguém sabia seu nome, nem o que fazia nos outros dias da semana. Quando o domingo chegava ao fim, ele desaparecia.

Esse comportamento bem peculiar lhe valeu a alcunha de “Gentleman Sunday”, o Cavalheiro Domingo. Almoçava invariavelmente na pensão Leão Vermelho, frequentada por gente muito esquisita. Num domingo como outro qualquer, entrou nesse estabelecimento um homem vestido de pele de cabra, gorro e botas de cano alto. O Cavalheiro Domingo e o “selvagem” logo simpatizaram e fizeram amizade. Passaram a ouvir juntos o sermão noturno. Ambos eram crentes fervorosos.

Todos conheciam o tal selvagem. Os jornais de Londres já haviam relatado sua extraordinária aventura e ele mesmo contou-a minuciosamente ao Cavalheiro Domingo naquela noite. Seu nome era Alexander -Selkirk. Nascido em 1676 em Largo, na Escócia, foi o sétimo filho de um próspero – mas turrão – artesão de peles. Não queria ser comerciante como o pai por nada neste mundo. Aos 19 anos, recebeu uma condenação por indecência pública por namorar na igreja e decidiu fugir da cidade. Embarcou então em busca de novos horizontes.

Atraído pelo mar, Selkirk preferiu os corsários à Marinha britânica. Apesar de mais arriscada, a carreira era mais bem remunerada. Ele participou da expedição dos capitães Stradling e Dampier numa campanha que prometia muito lucro. Depois de vários meses, no entanto, eles não fizeram nenhuma pilhagem. William Dampier, capitão do São Jorge, revelou-se melhor etnógrafo que pirata. Célebre explorador e navegante talentoso, escreveu diversas obras, entre as quais Discurso sobre os ventos, acerca das correntes e dos ventos marítimos, que seria utilizada depois pelo capitão James Cook e pelo almirante Horatio Nelson.

Saiba mais dessa aventura clicando na página de “História Viva” clicando aqui.
Capa da primeira edição (Wikipedia)



Turma 61 assiste atenta ao monólogo e, depois posa junto para fotografia com o Artista Roque Vitório Pereira (Biblioteca) após sua apresentação no auditório da Escola Beatriz (14/09/12)

Conheça "Robinson Crusoe" de Daniel Defoe no Virtual Books clicando aqui.

sábado, 11 de agosto de 2012

Machado de Assis: vida e obra



As turmas das oitavas séries da Escola Beatriz e Escola Anísio Teixeira desenvolvem um projeto em torno da figura e da obra de Machado de Assis. Com  a orientação da professora de Português para ambas as turmas - Andressa da Costa Farias - interagem através do próprio blog e dos blogs das escolas, além do Grupo que criaram no Facebook especialmente para eles. As Salas Informatizadas das duas escolas também integram o projeto.

Machado de Assis

Joaquim Maria Machado de Assis nasceu pobre e epilético. Era filho de Francisco José Machado de Assis e de Leopoldina Machado de Assis, neto de escravos alforriados. Foi criado no Morro do Livramento, no Rio de Janeiro. Ajudava a família como podia, não tendo frequentado regularmente a escola.

Sua instrução veio por conta própria, devido ao interesse que tinha em todos os tipos de leitura. Graças a seu talento e a uma enorme força de vontade, superou todas essas dificuldades e tornou-se em um dos maiores escritores brasileiros de todos os tempos.

Entre os seis e os 14 anos, Machado perdeu sua única irmã, a mãe e o pai. Aos 16 anos empregou-se como aprendiz numa tipografia e publicou os primeiros versos no jornal "A Marmota". Em 1860, foi convidado por Quintino Bocaiúva para colaborar no "Diário do Rio de Janeiro". Datam dessa década quase todas as suas comédias teatrais e o livro de poemas "Crisálidas".


Em 12 de novembro de 1869 casou-se com Carolina Augusta Xavier de Novais. Esse casamento ocorreu contra a vontade da família da moça, uma vez que Machado tinha mais problemas do que fama. Essa união durou cerca de 35 anos e o casal não teve filhos. Carolina contribuiu para o amadurecimento intelectual de Machado, revelando-lhe os clássicos portugueses e vários autores de língua inglesa.

Na década de 1870, Machado publicou os poemas "Falenas" e"Americanas"; além dos "Contos Fluminenses" e "Histórias da meia-noite". O público e a crítica consagraram seus méritos de escritor. Publicou os romances: "Ressurreição" (1872); "A Mão e a Luva" (1874); "Helena"(1876); "Iaiá Garcia" (1878). Essas obras ainda estão ligadas à literatura romântica e formam a chamada primeira fase de Machado de Assis.

Em 1873, o escritor foi nomeado primeiro oficial da secretaria de Estado do Ministério da Agricultura, Comércio e Obras públicas. A sua carreira burocrática teve uma ascensão muito rápida, uma vez que, em 1892, já era diretor geral do Ministério da Viação. O emprego público garantiu a estabilidade financeira, uma vez que viver de literatura naquela época era quase impossível, mesmo para os bons escritores.

Na década de 1880, a obra de Machado de Assis sofreu uma verdadeira revolução, em termos de estilo e de conteúdo, inaugurando o Realismo na literatura brasileira. Os romances "Memórias póstumas de Brás Cubas"(1881); "Quincas Borba" (1891); "Dom Casmurro" (1899) e os contos"Papéis avulsos" (1882); "Histórias sem data" (1884), "Várias histórias"(1896) e "Páginas recolhidas" (1899), entre outros, revelam o autor em sua plenitude. O espírito crítico, a grande ironia, o pessimismo e uma profunda reflexão sobre a sociedade brasileira são as suas marcas mais características.


Em 1897, Machado fundou a Academia Brasileira de Letras, da qual foi o primeiro presidente, pelo que a instituição também conhecida como casa de Machado de Assis. Ocupou a Cadeira N.º 23, de cujo patrono, José de Alencar, foi amigo e admirador.

Em 1904, a morte de sua mulher foi um duro golpe para o escritor. Depois disso, raramente ele saía de casa e sua saúde foi piorando por causa da epilepsia. Os problemas nervosos e uma gagueira contribuíram ainda mais para o seu isolamento. São dessa época seus últimos romances "Esaú e Jacó" (1904) e "Memorial de Aires" (1908), que fecham o ciclo realista iniciado com "Brás Cubas".

Machado de Assis morreu em sua casa situada na rua Cosme Velho. Foi decretado luto oficial no Rio de Janeiro e seu enterro, acompanhado por uma multidão, atesta a fama alcançada pelo autor.

O fato de ter escrito em português, uma língua de poucos leitores, tornou difícil o reconhecimento internacional do autor. A partir do final do século 20, porém, suas obras têm sido traduzidas para o inglês, o francês, o espanhol e o alemão, despertando interesse mundial. De fato, trata-se de um dos grandes nomes do Realismo, que pode se colocar lado a lado ao francês Flaubert ou ao russo Dostoievski, apenas para citar dois dos maiores autores do mesmo período na literatura universal.

Reproduzido de UOL Educação
Acesso em 09 ago 2012

Conheça também:

Página de Machado de Assis na Academia Brasileira de Letras, ABL, clicando aqui.

Página do MEC em celebração aos 100 anos do falecimento de Machado de Assis, clicando aqui.

Resumo biográfico e bibliográfico na página de Releituras, clicando aqui.

Memórias Póstumas de Brás Cubas - resumo e análise da obra de Machado de Assis, clicando aqui.



Para situar o Rio de Janeiro nos tempos de Machado de Assis no final do século XIX, assista aos vídeos abaixo:








A Academia Brasileira de Letras na atualidade


terça-feira, 7 de agosto de 2012

Os Miseráveis de Victor Hugo

A Liberdade guiando o povo - Quadro de Delacroix (1830) que provavelmente inspirou Victor Hugo

Les Misérables
Enquanto, por efeito de leis e costumes, houver proscrição social, forçando a existência, em plena civilização, de verdadeiros infernos, e desvirtuando, por humana fatalidade,um destino por natureza divino; enquanto os três problemas do século - a degradação do homem pelo proletariado, a prostituição da mulher pela fome, e a atrofia da criança pela ignorância - não forem resolvidos; enquanto houver lugares onde seja possível a asfixia social; em outras palavras, e de um ponto de vista mais amplo ainda, enquanto sobre a terra houver ignorância e miséria, livros como este não serão inúteis.

Hauteville-House, 1862.1 (Prefácio)
Os Miseráveis é uma das principais obras do escritor francês Victor Hugo, publicada em 3 de abril de 1862. A história se passa na França do século XIX entre duas grandes batalhas: a Batalha de Waterloo (1815) e os motins de junho de 1832. Daqui resulta, por cinco volumes, a vida de Jean Valjean, um condenado posto em liberdade, até sua morte. Em torno dele giram algumas pessoas que vão dar seus nomes para os diferentes volumes do romance, testemunhando a miséria deste século, a pobreza miserável de: Fantine, Cosette, Marius, mas também Thénardier (incluindo Éponine e Gavroche) e o inspetor Javert.

Fonte: Youtube usuário grandeslivros. Documentário de Discovery Civilization. Tempo: 47 min.



Para ajudar a compreender o contexto do momento em que a obra se situa, confiram uma série de vídeos do History Channel sobre a Revolução Francesa e, sobre Napoleão Bonaparte também disponibilizada no Youtube.

"Revolução Francesa" . History Channel (10 min cada vídeo e o completo com 1h30min): Parte 1 Parte 2 Parte 3 Parte 4 Parte 5 Parte 6 Parte 7 Parte 8 Parte 9

"Sob o Domínio de Napoleão" (52 min cada vídeo): Parte 1 Parte 2

"La Marseillaise" (Hino a França) . Letra e tradução





“A Liberdade Guiando o Povo”
(La Liberté Guidant le Peuple)
Eugéne Delacorix
1831
Óleo sobre tela
260x235 cm
Museu do Louvre . Paris . França

A Revolução Francesa de 1830 inspirou o célebre quadro de Eugéne Delacroix “A Liberdade Guiando o Povo”. Foi o último dos quadros do pintor a verdadeiramente incorporar os ideais românticos.

A insurreição popular de 27, 28 e 29 de julho de 1830, também conhecida como “Os Três Gloriosos”, provocada pelos republicanos liberais contra a violação da Constituição pelo governo da Segunda Restauração, derruba Carlos X, último rei Bourbon de França e coloca em seu lugar Luis Felipe, duque de Orléans.

Testemunha dos acontecimentos, Delacroix encontra ali um tema moderno que traduz em tintas com o mesmo fervor romântico que usou para descrever a guerra da independência grega.

Delacroix era amigo pessoal dos protagonistas do conflito, mas também era dependente das encomendas institucionais e dos membros da família real. Quadros como os seus eram quadros destinados a museus ou palácios. Essa ambigüidade poderia ter feito como que ele se limitasse a tomar conhecimento do que se passou.

Em 18 de outubro de 1830, Delacroix em carta a seu irmão, disse: “Se não pude lutar pela Pátria, ao menos pinto por ela...”. Mas se não combateu, ao menos lutou para proteger as coleções do Louvre dos ataques dos insurgentes.

Cinco são os personagens mais fortes nessa tela: o primeiro está no chão, e olha os mortos; o segundo, espada na mão, parece aguardar instruções da mulher; o terceiro, com um chapéu alto, barba, segurando um fuzil entre as mãos, também olha os mortos. Há quem diga que é o próprio pintor. O quinto é um rapazinho que tem o braço direito erguido e mostra uma pistola em cada mão. E a principal, ponto para onde convergem todos os olhares, é a Liberdade representada por uma mulher com o peito à mostra, descalça, um fuzil na mão esquerda e na direita o pavilhão tricolor.

Finalmente, num terceiro plano, as duas torres de Notre Dame. Como nas palavras de Victor Hugo, as torres de Notre Dame são símbolos da Liberdade e do Romantismo.

A luz do sol poente se mistura com a fumaça dos canhões, ilumina os corpos caídos, explode em brilho no fundo da tela à direita e serve de aura à Liberdade, ao rapazinho e ao estandarte tricolor.

A verdadeira proeza do pintor é com a cor que unifica o quadro: os azuis, os brancos e os vermelhos têm contrapontos; o branco das bandoleiras paralelas responde ao das perneiras e ao da camisa do cadáver à esquerda, enquanto que a tonalidade cinza exalta o dourado da liberdade e o vermelho da bandeira.

Acervo Museu do Louvre, Paris


Encyclopedia Britannica


La Liberté Guidant le Peuple
(A Liberdade Guiando o Povo)

A Liberdade Guiando o Povo é uma pintura em comemoração à Revolução de Julho de 1830, com a queda de Carlos X. Uma mulher representando a Liberdade guia o povo por cima dos corpos dos derrotados, levando a bandeira tricolor da Revolução francesa numa mão e  um mosquete com baioneta na outra. Fonte: Wikipedia

Delacroix inspirava muitos dos seus trabalhos em obras de outros artistas.

O  quadro tem uma forma triangular, no topo tem a mulher (simboliza uma deusa) e a bandeira Francesa, e que vai descendo até ao revolucionários que ergueram as primeiras barricadas na historia de Paris.

a revolução nua e crua, a realidade, os revolucionários estão o sujos pelo fumo negro da pólvora cuspido pelos mosquetes, a sua cara mostra espanto e terror do que estão a testemunhar. 

Entre eles o jovem de negro de chapéu ligeiramente inclinado um boêmio que abandona os prazeres da vida para trilhar as ruas de mosquete nas mãos contra o estado opressor, um miúdo de pistolas na mão espalha a anarquia, um homem que apenas se vê o rosto com um chapéu do exercito pilha os corpos que jazem nus no chão, um homem de branco ergue a espada sem medo do confronto.

Este quadro foi polêmico na altura não apenas pelo peito nu da Liberdade, mas pelos soldados mortos e despidos e pelos revolucionários que são representados como a ralé da cidade pessoas comuns que expressam medo nos rostos.



 O Pintor

Ferdinand Victor Eugène Delacroix é considerado o mais importante representante do romantismo francês. Delacroix nasceu numa família da alta burguesia, e seu pai chegou a ser ministro da república.

Frequentou os melhores colégios de Paris, teve aulas de música no Conservatório e de pintura na Escola de Belas-Artes. Visitava quase todos os dias o Louvre, para estudar as obras de Rafael e Rubens.

Delacroix também se interessou por temas políticos da sua época. Sentindo-se culpado por participado nos acontecimentos do país, pintou "A Liberdade Guiando o Povo" (1830), um quadro banido na época mas que mais tarde o estado adquiriu e que foi exibido poucas vezes O certo é que a bandeira francesa tremulando nas mãos de uma liberdade destemida, prestes a saltar da tela, impressionou um grande numero de admiradores de arte e nao só.

Delacroix foi contratado para decorar o palácio do rei em Paris, o Palácio de Luxemburgo e a biblioteca de Saint-Sulpice. Nos seus últimos anos preferiu a solidão de seu atelier.

Fonte: Wikipedia

Leia mais sobre a obra de arte em Wikipedia, clicando aqui.

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Alunos trocam cartas: escola BEATRIZ para escola ANÍSIO


Alunos trocam cartas: escola BEATRIZ para escola ANÍSIO

Nestas últimas semanas de junho, a professora Andressa incentivou a troca de CARTAS entre os alunos da E.B.M.Beatriz de Souza Brito e os alunos da E.B.M. Anísio Teixeira. Em tempos de emails, blogs, celulares com internet a troca de cartas serviu para apresentar formalmente o gênero CARTA. Estudar cartas que ficaram famosas (como a CARTA SUICÍDIO, de Getúlio Vargas) e muitas outras.

Também foi uma forma de "humanizar" ainda mais o contato entre as duas turmas que ainda não se conhecem pessoalmente. A emoção da escrita e do recebimento da carta do colega foi grande. Posteriormente, os alunos foram conferir no laboratório de informática o BLOG da turma. E o conteúdo das cartas versavam também sobre emails e endereço do Facebook. A próxima etapa é o encontro virtual!!!

25 jun 2012. Via Facebook SI Escola Anísio Teixeira

Veja mais fotos e leia os comentários dessa postagem acima na página de Publicações das oitavas séries ano 2012, e confira o que os estudantes pensam sobre o blog e essa forma de relacionarem com outra escola.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Produção textual em homenagem às Mães



A professora Andressa, de português, trabalhando os gêneros textuais propôs a criação de um cartão para o dia das mães, discutindo com as turmas o uso social do referido gênero. As turmas 71 e 72 participaram desta atividade. Os alunos Thiago Arnhold de Azedo/71 e Israel de Jesus Hesponhol/72 se propuseram a socializar suas produções. Será que ficaram  orgulhosas? Imagina! Que pergunta boba...




quarta-feira, 25 de abril de 2012

Narrativas de tradição oral


Após a audição e leitura de várias narrativas de tradição oral e o estudo dos elementos que as compõem, nas aulas de Língua Portuguesa, os alunos dos sextos anos escolheram, em duplas, narrativas de vários países para apresentar à turma.

Os livros sobre o gênero foram selecionados do acervo da biblioteca pela bibliotecária e cada dupla utilizou recursos variados em sua exposição, como cartazes, fantoches,impress (power point), etc...Dessa maneira, as turmas puderam conhecer histórias populares do Brasil, África, Japão, Peru, Grécia, China, entre outras.



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Excelente trabalho meninas!

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Crônica x Diálogo


A partir da leitura de uma crônica de Luís Fernando Veríssimo, os alunos da turma 73 teriam de criar um diálogo envolvendo a seguinte frase :"E você ainda não viu nada..."



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Reescrita de Texto


A produção de resumo de narrativa discutido e desenvolvido em sala de aula com a professora Ângela na turma 71  deu origem a reescrita de um texto baseado em um mito grego "O rei Gilgamesch".

A produção da 1 ª versão foi feita em sala de aula a partir dos conhecimentos aprendidos. A  2ª versão, após correções, orientações, anotações e sugestões da professora foi reescrito na sala informatizada destacando a utilização dos conhecimentos gramaticais e linguísticos. 



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sexta-feira, 8 de julho de 2011

Jogos Educativos e suas possibilidades!

"Os jogos e brincadeiras são excelentes oportunidades de mediação entre o prazer e o conhecimento historicamente constituído, já que o lúdico é eminentemente cultural. Por meio da ótica do psicólogo suíço Jean Piaget pode-se notar que a concepção dos jogos não é apenas uma forma de desafogo ou entretenimento para gastar energias das pessoas, mas meios que contribuem e enriquecem o desenvolvimento intelectual". (Juy, 2004).

Portanto os jogos educativos possibilitam o desenvolvimento de diversas habilidades, dentre elas: Coordenação motora, raciocínio lógico-matemático, concentração, localização, memorização...que com as devidas mediações auxiliam no processo de ensino-aprendizagem. É importante ressaltar que conforme o objetivos os jogos poderam ter finalidades variáves.

Confira algumas das turmas na sala informatizada explorando os jogos online e os jogos disponíveis no programa educacional do sistema operacional Linux:

TURMA 11




TURMA 52


REFERÊNCIAS:


JUY, A. F. Brincando Também se Aprende Português. 2004. Monografia. (Trabalho de Conclusão do Curso de Letras) – FACINOR, Loanda.