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quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Conselho Nacional de Justiça abre inscrições para concurso de redação e desenho


Conselho Nacional de Justiça abre inscrições para concurso de redação e desenho

Estão abertas as inscrições para o 1º Concurso de Redação e Desenho elaborado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e voltado às crianças de 6 a 11 anos. O tema da competição é “Criança, Cidadania e Justiça” e tem como objetivo estimular os pequenos cidadãos a refletirem sobre seus direitos e deveres. As crianças podem concorrer na categoria desenho ou redação ou nas duas, contanto que façam inscrições separadas. Os interessados em participar podem se inscrever até o dia 3 de outubro pelo Portalzinho. Veja aqui o regulamento do concurso. Clique aqui para se inscrever.

De acordo com o regulamento, as redações devem ser escritas à mão e ter, no máximo, 25 linhas. Os desenhos também devem ser feitos manualmente, em uma página de folha A4. Para participar, é preciso preencher o formulário de inscrição e enviar o desenho ou a redação – escaneados ou fotografados por um telefone celular – para o e-mail: portalzinho@cnj.jus.br

“Só é preciso verificar se as redações e os desenhos encaminhados estão legíveis, para que possamos aceitar o trabalho”, ressalta a coordenadora do site Portalzinho, Daniela Sousa.

Para que a participação das crianças seja autorizada, o formulário de inscrição – que já está disponível no Portalzinho do CNJ – deve ser preenchido pelos pais ou responsáveis. O formulário também prevê a autorização da publicação dos trabalhos vencedores – desenhos e redação – no Portal do órgão.

O concurso é voltado a crianças que estejam cursando o ensino fundamental. Podem concorrer estudantes de escolas públicas e privadas. Os trabalhos serão divididos entre duas faixas etárias: de 6 a 8 anos e de 9 a 11 anos (completados até dia 7 de outubro).

Os vencedores receberão um kit Portalzinho do CNJ e terão seus desenhos ou redações publicadas no site. Para tirar dúvidas ou obter mais informações, basta enviar um e-mail para portalzinho@cnj.jus.br.

Envio – Quem não tiver acesso à Internet, pode encaminhar o desenho ou redação para o endereço do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Servidores do Poder Judiciário (Ceajud) do CNJ, pelo Correio. Quem preferir enviar por carta, além da redação ou do desenho, deverá enviar também, em outra folha, as seguintes informações: nome do autor, nome dos pais ou responsáveis, data de nascimento, endereço, cidade em que mora, telefone com DDD, e-mail, nome da escola e série.

Os pais ou responsáveis deverão assinar esta folha atestando que concordam com a participação da criança no concurso e aprovam a divulgação da redação ou do desenho pelo Conselho Nacional de Justiça. As crianças que não encaminharem seus desenhos ou redações autorizados pelos pais não poderão concorrer.

O endereço do Ceajud é: SEPN 514, lote 7 – Bloco B, sala 007. CEP: 70760-542, Brasília/DF. O resultado do concurso será divulgado no dia 8 de outubro, durante cerimônia de homenagem ao Dia da Infância no CNJ.

Regina Bandeira
Agência CNJ de Noticias

Reproduzido de CNJ

11 set 2013
Via Aírton Ruschel

terça-feira, 4 de junho de 2013

Projeto Criança Pequena em Foco: Vamos ouvir as crianças?


Vamos ouvir as crianças?

Crianças entre 4 e 12 anos podem ajudar a formular políticas públicas? Não só podem como devem. E se alguém tem alguma dúvida de como ouvi-las neste processo de escuta, o projeto Criança Pequena em Foco, do Centro de Criação de Imagem Popular (Cecip) dá boas pistas. Ao longo de 2012, cerca de 100 crianças das favelas Santa Marta, Babilônia e Chapéu-Mangueira, localizadas no Rio de Janeiro, foram convidadas a participar de diferentes oficinas para retratarem as comunidades e identificarem as necessidades locais, auxiliando assim a construção de políticas públicas.

As dinâmicas foram sistematizadas e reunidas na publicação “Vamos ouvir as crianças?” que acaba de ser lançada pelo Cecip. O livro divulga as metodologias utilizadas nas oficinas. “A publicação surge no contexto da iniciativa Cidade Amiga da Criança do Unicef, que defende que o respeito aos direitos das crianças nas cidades passa por incluir sua participação no planejamento e execução de ações a elas destinadas. O Projeto Criança Pequena em Foco também acredita nessa ideia e esse caderno é uma ferramenta que convida órgãos públicos e organizações não-governamentais, escolas e organizações comunitárias a incluir nas suas práticas a escuta das crianças. Seria um desperdício não aproveitar sua criatividade, imaginação e desejo de contribuir com o diagnóstico e com a solução para os problemas que afetam a todos”, destaca Moana Van de Beuque, coordenadora do Projeto Criança Pequena em Foco.

A obra traz os detalhes de cada uma das dez oficinas realizadas: confecção de crachás, leitura do livro crianças como você; brincadeira lugares da comunidade; jogo os caminhos das crianças; como se brinca na rua?; mapa afetivo; linha do tempo; o que é bom e o que é ruim na sua comunidade?; vídeo jornal das crianças; e passeio fotográfico. “A metodologia não é um camisa de força para a elaboração das oficinas, mas uma referência, apenas. A partir das experiências dos facilitadores e das características de cada grupo, novas propostas serão construídas e adaptadas, em um aprendizado constante. A metodologia apresentada também pode servir de inspiração para que outros temas e questões sejam trabalhados e pesquisados com crianças”, destaca trecho da obra.

Faça o download do livro.

Reproduzido de Revistapontocom
30 mai 2013

terça-feira, 2 de abril de 2013

Programação da Semana Municipal do Livro Infantil 2013


Participe! São muitas atividades durante a semana.
Confira a programação na página da Secretaria Municipal de Educação, clicando aqui.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Pedro Bandeira: O que eu vou ser quando crescer?


O que eu vou ser quando crescer?

Pedro Bandeira

Por que me perguntam tanto,
o que eu vou ser quando crescer?
O que eles pensam de mim
é o que eu queria saber!

Gente grande é engraçada!
O que eles querem dizer?
Pensam que eu não sou nada?
Só vou ser quando crescer?

Que não me venham com essa,
pra não perder o latim.
Eu sou um monte de coisas
e tenho orgulho de mim!

Essa pergunta de adulto
é a mais chata que há!
Por que só quando crescer?
Não vou esperar até lá?

Eu vou ser quem eu já sou
neste momento presente!
Vou continuar sendo eu!
Vou continuar sendo gente!

BANDEIRA, Pedro. Mais respeito, eu sou criança! Ilustrações de Odilon Moraes - 2 ed. 2009. Página 20.

Recebido via e-mail Grupo Estágio Pedagogia UFSC
12 nov 2012

sábado, 3 de novembro de 2012

O Fim do recreio


O Fim do Recreio

O curta metragem de ficção realizado pela Parabolé está em circuito de festivais e mostras de cinema!

Sinopse
No Congresso Nacional, um projeto de lei pretende de acabar com o recreio escolar. Ao mesmo tempo, em uma escola municipal de Curitiba, um grupo de crianças pode mudar toda essa história. Recheado de vibrantes brincadeiras infantis, O Fim do Recreio é um curta-metragem para todos os públicos, que bota a boca no trombone e avisa: cobra parada não engole sapo!

Prêmios
. Foi o grande vencedor da 11ª Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis, escolhido pelo Júri Oficial e pelo voto do público infantil - recebeu um Prêmio Aquisição da TV Brasil

. Escolha do Juri Popular na 14ª Mostra de Cinema de Londrina - recebeu um Prêmio Aquisição da RPC TV

Ficha técnica

Elenco
Felipe - Weslei Eduardo Alves de Lima
Cleber - Jackson Thierry do Nascimento Neres
Pedro - Enzo Tommasi
Senador - Vinicius Mazzon
Apresentadores dos telejornais - Gustavo Horn
Voz de manchete de jornal - Nélio Spréa
Diretora - Kátia Horn
Inspetora - Greice Barros
Professora - Luana Godinho

Roteiro e Direção
Vinicius Mazzon e Nélio Spréa

Produção

Saiba onde e quando foi ou ainda vai ser exibido clicando aqui.

Assista ao curta (completo) em SundayTV/Terra, clicando aqui.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Indicação de documentários: crianças, infância, adolescência...



DOCUMENTÁRIOS
ESPECIAL DIA DAS CRIANÇAS

Segundo o IBGE, quase 4 milhões de crianças e adolescentes se encontram fora das escolas. Os motivos são muitos, desde o desinteresse escolar, a gravidez precoce ou até o ingresso no mercado de trabalho para ajudar na renda da família.

Em todo o mundo, de acordo com os dados divulgados pela OIT (Organização Internacional do Trabalho), temos 215 milhões, entre crianças e adolescentes, que trabalham, sendo que a metade está exposta à condições degradantes. A exploração sexual, a escravidão, a servidão e atividades em conflitos armados são as principais consequências da ausência escolar e a falta de políticas púbicas, levando nossas crianças a baixo estima e os tornando vulneráveis as propostas ilusórias de enriquecimento e consumo.

A publicidade voltada para o público infantil colabora com a obesidade, erotização precoce, violência e diminuição da criatividade e de momentos importantes da infância, fora o estresse familiar na qual prometem uma vida feliz cheia de emoção, desde que você possua o que está sendo vendido. Precisamos refletir sobre isso...

Esses filmes são uma homenagem as crianças de todo o mundo:

Nascidos em bordéis 
O Lado Negro do Chocolate
Crianças de Gaza
Criança - A alma do negócio
Crianças de Consumo
A Ira de um Anjo
A Invenção da Infância
Promessas De Um Novo Mundo
War Dance Uganda
Crianças no Furacão 
Bebês
Meu eu secreto
Meninas: Gravidez na Adolescência
Crianças do Tsunami
Esperando pelo Super-Homem
Autismo: fabricado nos EUA
Meu Filho Bipolar
Crianças capazes

Nascidos em Bordéis (Born Into Brothels: Calcutta’s Red Light Kids; 2004) mostra a vida de crianças, filhos de prostitutas, que nascem e crescem em bordéis no bairro da Luz Vermelha, em Calcutá.
O chocolate que consumimos é produzido com o uso de trabalho infantil e tráfico de crianças? O premiado jornalista dinamarquês, Miki Mistrati, decide investigar os boatos. Sua busca atrás de respostas o leva até Mali, na África Ocidental, onde câmeras ocultas revelam o tráfico de crianças para as plantações de cacau da vizinha Costa do Marfim. A Costa do Marfim é o maior produtor de cacau, respondendo por cerca de 40% da produção mundial. Empresas como a Nestlé, Barry Callebaut e Mars assinaram em 2001 o Protocolo do Cacau, comprometendo-se a erradicar totalmente o trabalho infantil no setor até 2008. Será que o seu chocolate tem um gosto amargo? Acompanhe Miki até a África para expor "O Lado Negro do Chocolate".

Durante a incursão israelita na Faixa de Gaza em dez 2008 a jan 2009 (operação chumbo grosso), grupos humanitários estimam que cerca de 1.000 crianças foram feridas e 300 foram mortas.

Este documentário mostra a opressão de Israel na visão humana, sensível e delicada de Omsyatte, Ibrahim, Amal e Mahmud, crianças palestinas como quaisquer outras, testemunhas do horror, vítimas da crueldade, orfãs de um lugar que já foi um país. Elas são tolhidas de qualquer sonho, e de qualquer perspectiva decente de futuro.
A realidade das crianças palestinas de hoje está em ver seus pais e seus irmãos sendo mortos, suas casas sendo derrubadas, suas escolas bombardeadas. Para piorar, Israel impõe um bloqueio econômico sobre a nação, gerando mais desespero e miséria para os palestinos.

Diante desse cenário absurdo, muitas crianças deixam de fazer o que faz a maioria das crianças: sonhar.

Este documentário reflete sobre estas questões e mostra como no Brasil a criança se tornou a alma do negócio para a publicidade. A indústria descobriu que é mais fácil convencer uma criança do que um adulto, então, as crianças são bombardeadas por propagandas que estimulam o consumo e que falam diretamente com elas.

O resultado disso é devastador: crianças que, aos cinco anos, já vão à escola totalmente maquiadas e deixaram de brincar de correr por causa de seus saltos altos; que sabem as marcas de todos os celulares mas não sabem o que é uma minhoca; que reconhecem as marcas de todos os salgadinhos mas não sabem os nomes de frutas e legumes. Num jogo desigual e desumano, os anunciantes ficam com o lucro enquanto as crianças arcam com o prejuízo de sua infância encurtada.

Contundente, ousado e real este documentário escancara a perplexidade deste cenário, convidando você a refletir sobre seu papel dentro dele e sobre o futuro da infância.

Documentário de como a Publicidade, os Meios de Comunicação Social e o Marketing usam e influenciam as crianças a serem Mega-Consumidoras. As tácticas e manobras manipuladoras para conseguirem, o que eles indicam, o melhor mercado humano, as crianças. A Ciência está a ser usada para dissecar as crianças para criar novas formas de as enganar, novas formas de as estupidificar.

Este documentário é uma compilação das filmagens das sessões de terapia do Dr. Ken Magid, psicólogo clinico especializado no tratamento de crianças severamente abusadas. O relato de Beth, 6 anos, é perturbador, mostra os efeitos devastadores de abuso em uma criança. Recomenda-se que não seja assistido por pessoas sensíveis.

Ser criança não significa ter infância. Uma reflexão sobre o que é ser criança no mundo contemporâneo.

Um documentário fascinante e emocionante onde tenho certeza que aqueles que assistirem por completo irão surpreender-se com lágrimas rolando dos olhos.Criado por B.Z.,o documentário retrata o outro lado por trás do ódio alimentado entre primos distantes (Israelenses e Palestinos) que brigam de forma incessante entre si pela herança das terras de Israel, estando no meio de tudo isso, crianças inocentes que pensam de uma maneira diferente de seus pais em relação ao psêudo-inimigo que deveria gerar-lhes terror e algeriza. Um documentário surpreendente que mostra que as crianças querem viver simplesmente como crianças, confiram! Grande abraço!
Três crianças que vivem em um campo de deslocamento no norte de Uganda competir na música nacional de seu país e de dança festiva.

O documentário de 52 minutos abrange entrevistas com 12 pessoas que eram crianças no período que vai do golpe de 1964 até a Abertura, em 1982. A memória de quem viveu o cotidiano do regime militar brasileiro, em razão do envolvimento de familiares na trama política da época.
A perspectiva da abordagem das entrevistas é a percepção através da ótica da criança. O documentário busca o registro das sensações e reações diante de eventos concretos, compondo um painel diferente da frieza do conteúdo dos livros ou do distanciamento de quem olha de fora e avalia os estragos.
O filme é uma realização da Fundação Joaquim Nabuco - Ministério da Educação.

Este filme visualmente deslumbrante nova simultaneamente segue quatro bebês em todo o mundo - desde a primeira respiração para primeiros passos. Da Mongólia à Namíbia para San Francisco a Tóquio, BEBÊS alegria captura em filme os primeiros estágios da jornada da humanidade, que são ao mesmo tempo único e universal para todos nós.

O documentário fala de três jovens portadores da síndrome do transtorno de identidade de gênero(também conhecidos como disfóricos ou transgêneros ou transexuais ), tendo o mais velho 17 anos e a mais nova 6 anos. A vida em família, a descoberta do problema, as causas, as adaptações, a aceitação.

"Meninas" vai muito além de uma simples investigação sobre a gravidez precoce, um problema crucial no Brasil, onde uma em cada cinco gestantes é adolescente. Fica muito claro nas entrevistas que, mesmo não tendo total consciência das implicações da maternidade, não faltam às garotas informações sobre sexo e concepção. Ou seja, havia a possibilidade de evitar a gravidez, mas isso não foi encarado com seriedade. Para algumas meninas, ser mãe representa afirmação e chegada à vida adulta.

Em nenhum momento "Meninas" se propõe a fazer um julgamento de seus personagens, ou qualquer discurso moralista. Contando com depoimentos muito bons, tanto das garotas, quanto de suas mães, consegue-se identificar, porém, a falta de sonhos pessoais e profissionais dessas jovens de baixa renda.

Por isso, o filme torna-se um retrato preocupante de uma juventude pobre e sem perspectivas, que eterniza de pai para filho um assustador ciclo de pobreza. Os problemas sociais, como a baixa escolarização e profissionalização, não raro funcionam como caldo para a criminalidade, como o sempre presente tráfico de drogas nos morros cariocas.

O documentário reúne depoimentos de crianças japonesas sobre suas impressões do desastre natural que abalou o país em março de 2011, além de suas experiências e perspectivas durante e após o terremoto.

Um filme que todo educador (ou burocrata da educação) deveria assistir.
O sistema público de ensino nos EUA está a pique, gerações inteiras irão se perder. Crianças sendo afastadas de oportunidades de vida, ficando vulneráveis ao que uma existência sem estudos pode acarretar.

O documentário mostra que a receita para mudar os péssimos resultados das escolas públicas é simples: maior carga horária, mais salas de aulas por alunos, mais motivação aos professores. Mas apesar de ser simples, tem-se que lutar contra o sistema...

Há grandes exemplos dos que desafiaram esse sistema em locais onde o nível de aprendizado o mais baixo da região, onde era quase impossível levar algum aluno à Universidade, conseguiu-se que mais de 90% dos seus alunos conseguissem esse feito.

Excelente documentário de alerta sobre essa doença que destrói a vida de crianças. Há um volume enorme de pesquisas indicando ser o autismo uma das consequências funestas da presença de mercúrio em vacinas. Assista o documentário, pesquise o tema Mercúrio e autismo, há muita informação a respeito.

Ha um ditado que diz: quer saber o culpado? Siga a trilha do dinheiro.
Vacinas são uma fonte enorme de lucros para os cartéis farmacêuticos. Na verdade todas as doenças são fontes de renda para eles.

Este especial acompanha quatro famílias com filhos diagnosticados com transtorno bipolar e mostra como essa condição afeta significativamente suas vidas.

No documentário Crianças Capazes, jovens que já passaram pelo CEDET (Centro de Desenvolvimento do Potencial e Talento) e crianças que frequentam as oficinas atualmente dão depoimentos sobre a chance de experimentar algo tão diferente do dia-a-dia escolar. São entrevistados ainda pais, professores das escolas públicas e monitores de oficinas. O documentário aborda também o risco de aliciamento das crianças capazes pelo crime organizado.

Recebido via Facebook de Eric Fenelon
Do Grupo Brigadas Populares